quinta-feira, 30 de agosto de 2012

VIAJAR COM SAÚDE




Nada Melhor que aproveitar as férias. Mas imprevistos podem interromper a tão aguardada viagem.
"A prevenção é o melhor caminho para driblar os riscos e manter a saúde dos viajantes. São pequenos cuidados e orientações, mas que podem fazer a diferença", diz a infectologista Karen Mirna Loro Morejon, da Sociedade Brasileira de Medicina de Viajem. Veja as dicas que ela dá a seguir:

 

CUIDADOS GERAIS

- Faça seguro saúde prévio
- Verifique se sua cardeira de vacina está em dia
- Descubra se o local da viajem concentra alguma epidemia, como dengue e febre amarela
- Ferifique as condiçõrs de saneamento. Se ele for deficiário, vacine-se contra febre tifóide e hepatite A
- Certifique-se que a região tem água potável: se não houver, leve na bagagem. " Prefira tomar água engarrafado nos restaurantes e peça para o garçon abrir na sua frente", orienta Karen
- Leve preservativos. Faça sexo seguro sempre

NO AVIÃO

- Idosos devem ter cuidado com trombose venosa nos membros inferiores. "Procure sempre movimentar os pés e as pernas no avião, pelo menos de 2 em 2 horas"
- Carregue soro fisiológico para umidecer as mucosas ressecadas
- Masque chicletes para evitar a sensação de ouvido tampado. Para as crianças, a amamentação também é uma solução

Para cada destino, uma prevenção diferente.
Faça o check-list

PRAIAS E CRUZEIROS

Problemas: Queimaduras, insolação, desidratação, micoses, brotoejas

O que fazer: Use filtro solar de 2 em 2 horas; beba água com freguência; evite comidas preparadas à beira-mar; use chinelo na areia e no calçadão

NEVE

Problemas: Queimadura solar, hipotermia, congelamento de extremidades, mal de altitude

O que fazer: Usar filtro solar e óculos de sol, mesmo sem sol à vista; usar roupas apropriadas, luvas e calçados impermeáveis

LUGARES DE CULINÀRIA EXÓTICA

Problemas: Diarréia, intoxicação alimentar, alergias

O que fazer: Certifique-se da qualidade e da procedência dos alimentos; evite alimentos crus, verifique se não é alergico a frutos do mar. " procure o médico ao primeiro sinal de diarréia", alerta

Divirta-se!!!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

MESA POSTA



Ilustração bacaninha da disposição de talheres, taças, pratos, guardanapos... segundo a etiqueta!


 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

STRESS...


maxima mulher feliz Enquanto o amor não vem...

Em uma conferência, ao explicar para a platéia a forma de controlar o estresse, o palestrante levantou um copo com água e perguntou: 
 -"Qual o peso deste copo d'água? " 
As respostas variaram de 250g a 700g.
O palestrante, então, disse: 

- "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segurar o copo levantado."
"Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema. Se eu o mantenho levantado por uma hora, vou acabar com dor no braço. Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância."
E ele continuou:
- "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse. Se você carrega a sua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la."
"Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente. Com nossa carga acontece o mesmo. Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga."

domingo, 19 de agosto de 2012

ONDE ESTÀ O AÇÚCAR?





Este pó branco também mata? Que o açúcar engorda todo mundo sabe. Agora, um pesquisador americano diz que ele é perigoso como o cigarro e o álcool – e pode causar câncer

De tempos em tempos surgem estudos sobre alimentação que parecem ter sido criados com o objetivo de acabar com a graça da vida. Quase tudo o que a maioria das pessoas adora comer já foi condenado. Carne vermelha com doses generosas de gordura, ovos fritos de gema molinha, pipoca de cinema sem economia de sal, bombons de comer de joelhos... O jeito de conciliar prazer e vida saudável, dizem os médicos, é cair em tentação só de vez em quando. No caso do açúcar, no entanto, uma corrente médica afirma que nem moderação resolve. “Açúcar é veneno. Deveria ser considerado tão ruim e viciante quanto o cigarro e o álcool”, diz o endocrinologista Robert Lustig, da Universidade da Califórnia. “As pessoas comem doce em todas as refeições. Deveriam fazer isso, no máximo, uma vez por semana.” Lustig tornou-se conhecido fora do círculo acadêmico depois que o vídeo Sugar: the bitter truth (Açúcar: a verdade amarga) foi postado no YouTube, em 2009.

A denúncia que ele faz não é nova. Em 1975, o jornalista americano William Dufty (morto em 2002) fez sucesso com o livro Sugar blues: o gosto amargo do açúcar.(Clique aqui e leia mais sobre o estudo de Dufty) Dufty defendia a ideia de que o açúcar é uma droga poderosa, viciante e capaz de provocar inúmeros males à saúde. Ele afirmava que a indústria conspirava para manter os americanos viciados no pó branco vendido legalmente. O argumento central do livro é de que uma pequena redução no consumo de açúcar é capaz de fazer qualquer pessoa se sentir melhor fisica e mentalmente. Radical, Dufty chegava a ponto de afirmar que a redução do consumo de açúcar nos manicômios poderia ser um tratamento eficaz para muitos pacientes. O livro vendeu 1,6 milhão de cópias, fez a cabeça de muita gente, mas o consumo de açúcar não caiu. Só aumentou.

Lustig se dedica a reunir e divulgar evidências contra o açúcar. É um agitador com uma única causa, e virou referência

Agora é diferente. Ao contrário de Dufty, o endocrinologista Lustig é uma voz respeitada na universidade. Além disso, desde os anos 1970 surgiram evidências científicas capazes de sustentar a tese de que os danos do açúcar vão muito além das gordurinhas a mais. Lustig tem se dedicado a reunir e divulgar evidências contra o açúcar. Tornou-se uma espécie de agitador e rebelde com uma única causa. E converteu-se em referência para todos que pensam como ele.

O principal argumento de Lustig é que a forma como o açúcar é metabolizado pelo organismo o torna muito perigoso. O açúcar de cana, tão popular no Brasil, é tecnicamente chamado de sacarose. Quando digerido, ele se transforma em glicose e frutose. Excesso de glicose é ruim, mas excesso de frutose parece ser muito pior. A frutose derivada do açúcar de cozinha e a frutose ultraconcentrada usada no xarope de milho que adoça os refrigerantes nos Estados Unidos são metabolizadas primeiro (e rapidamente) pelo fígado. Ele passa a trabalhar demais, o que pode levar a um fenômeno chamado de resistência à insulina. Ou seja: o fígado deixa de ser capaz de atuar na redução de glicose no sangue. As consequências para a saúde vão do diabetes tipo 2 à impotência sexual.

As frutas, as verduras e os legumes também contêm frutose, mas em quantidades muito menores. A frutose natural é saudável, porque vem acompanhada de vitaminas, minerais e fibras. Esses nutrientes garantem que a frutose seja absorvida lentamente pelo organismo. “A natureza limitou nosso acesso à frutose, mas o homem o facilitou”, disse Lustig a ÉPOCA. E como facilitou. O apreço do brasileiro pelo açúcar é histórico – vem desde o Brasil Colônia. Começamos o dia adoçando o café com leite, tomamos café adoçado ao longo do dia. Colocamos açúcar em suco de fruta e apreciamos sobremesas muito doces, como as compotas de frutas e o doce de leite. Temos o hábito de tomar refrigerante no almoço.

Para aplacar esse desejo, os produtores despejam mais de 10 milhões de toneladas de açúcar no mercado doméstico todo ano. Segundo Plinio Nastari, presidente da Datagro, consultoria do setor, a produção vem crescendo ano a ano. Na última safra, ficaram no Brasil quase 12 milhões de toneladas. Dividido pelo número de habitantes, isso sugere um consumo per capita de 62,9 quilos de açúcar por ano. Ou 5,1 quilos por mês, 1,2 quilo por semana, 172 gramas por dia. O consumo estimado a partir da safra não é um dado 100% confiável, mas outras fontes revelam que o consumo brasileiro só aumenta. E já supera o americano. Segundo uma estatística divulgada pela Organização Mundial da Saúde, cada brasileiro ingeriu, em média, 59,2 quilos de açúcar em 2005. Nos Estados Unidos, foram 31,3 quilos.

Mesmo levando em conta o açúcar de milho, comum nos Estados Unidos, o consumo americano fica em 52 quilos, ainda abaixo do brasileiro. “Deve-se dosar o consumo de açúcar. Aqui no Brasil, é comum adicionar açúcar até aos sucos”, afirma José Egidio Paulo de Oliveira, chefe do serviço de nutrologia e diabetes do Hospital Universitário da UFRJ. “Outra coisa muito consumida hoje são os refrigerantes. Há famílias que os consomem diariamente. Está errado.”

Como dizia o autor do livro Sugar blues nos anos 70, muita gente se sente dependente de açúcar depois de consumi-lo por anos. “Sou viciado. Só falta eu fazer uma carreirinha de açúcar e cheirar”, diz o radialista aposentado Marcio Barker. “Não passo um dia sequer sem comer doce. Sinto crise de abstinência e preciso parar o carro para procurar uma doceria.”

Quando tinha 1 ano de idade, Barker foi encontrado pela mãe embaixo da mesa da cozinha se lambuzando com o açucareiro. Aos 65 anos, é o “formigão” numa família que prefere o sal. Faz doce de leite em casa e passa o dia comendo guloseimas. Apesar disso, não é gordo (tem 1,84 metro e 85 quilos) e diz que tem níveis normais de triglicérides e glicemia.

Histórias como a de Barker despertam uma pergunta pertinente. Se o açúcar é tão ruim assim, por que alguns sortudos passam a vida se deliciando com ele sem sofrer mal nenhum? “Isso é um sinal de que as pessoas não respondem igualmente à ingestão de açúcar. A mesma coisa acontece com o álcool. Algumas pessoas são muito sensíveis, outras nem tanto”, afirma Frank Hu, professor de nutrição e epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard. “Elas podem ter genes que as protegem dos efeitos dessas substâncias. Ou podem ter um perfil metabólico diferente.”

Nem todas as pessoas têm a mesma sensibilidade. Há quem coma doce a vida toda e não sofra danos

Muita coisa ainda precisa ser elucidada. É por isso que os críticos de Lustig – entre eles a indústria alimentícia, é claro – dizem que seu erro é tratar como verdade evidências ainda não conclusivas. “A preocupação com a ingestão de frutose é injustificada”, diz David Klurfeld, do Departamento da Agricultura dos Estados Unidos. “Do jeito que estão colocando a questão, parece que a ingestão de frutose em qualquer quantidade é perigosa. A maior parte dos animais, inclusive nós, os humanos, evoluiu para preferir sabores adocicados porque esse é um sinal de que o alimento é seguro para consumo.”

Mas Lustig não está sozinho em suas convicções. Muitos pesquisadores têm investigado como o açúcar age no organismo e chegado a conclusões interessantes. “Metade do açúcar que consumimos está nas bebidas como refrigerantes, sucos, bebidas energéticas e isotônicas”, diz o endocrinologista Luc Tappy, professor da Universidade de Lausanne, na Suíça. Tappy estuda como a ingestão de açúcar afeta a sensibilidade do corpo à insulina, o hormônio liberado pelo pâncreas que faz com que o açúcar entre nas células. De acordo com dados do Beverage Digest, publicação sobre a indústria de bebidas não alcoólicas, em 2008 as empresas dos Estados Unidos produziram 38 bilhões de litros de refrigerantes. É o suficiente para que cada americano beba, no mínimo, uma latinha de 350 mililitros por dia.

Por causa da presença marcante das bebidas adoçadas em nossa alimentação, elas são o parâmetro preferido dos pesquisadores para investigar os efeitos do açúcar sobre o organismo. Uma das pesquisas mais recentes publicadas sobre o assunto foi divulgada no mês de março. Ela faz parte do Intermap, um projeto de pesquisa com quase 5 mil pessoas espalhadas por Estados Unidos, Inglaterra, China e Japão. O estudo foi feito com 2.600 voluntários dessa amostra. Os participantes relataram aos cientistas tudo o que comeram e beberam por quatro dias. Fizeram exames de urina e mediram a pressão arterial oito vezes. Os pesquisadores da Escola de Saúde Pública do Imperial College, em Londres, descobriram que, para cada dose de bebida adocicada consumida pelos voluntários, havia um acréscimo de 1,6 mm Hg na pressão sistólica (quando o coração contrai) e 0,8 mm Hg na pressão diastólica (quando o coração relaxa). Conclusão: o açúcar contribui para a hipertensão.

Viciado em açúcar
Barker e os 62 quilos de açúcar que os brasileiros consomem por ano. “Sou viciado. Só falta fazer uma carreirinha de açúcar e cheirar”, diz
Outro estudo foi feito pela Universidade da Califórnia, na cidade de Davis. Ele mostrou que as bebidas adoçadas aumentam a gordura visceral, a mais perigosa para a saúde. Ela se acumula entre os órgãos do abdome e se solta facilmente, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Os cientistas adoçaram um daqueles sucos solúveis vendidos em pacotinhos, mas sem açúcar, com glicose ou com frutose. Dividiram os 32 voluntários em dois grupos e pediram para que cada grupo tomasse por oito dias, em todas as refeições, o suco fornecido pela equipe. Nem os pesquisadores nem os participantes sabiam qual dos sucos cada grupo estava tomando, se era o adoçado com glicose ou com frutose. Ao fim das oito semanas, os pesquisadores abriram os documentos que indicavam o que cada grupo havia ingerido e compararam os resultados. No grupo que tomou o suco com glicose, houve um aumento de 3,2% no volume de gordura visceral. No pessoal que ingeriu suco com frutose, o aumento no volume de gordura abdominal foi de 14%. Os cientistas também constataram que a sensibilidade à insulina diminuiu no grupo que tomou frutose. No índex que mede a sensibilidade ao hormônio, a sensibilidade média do grupo caiu 17%. No pessoal que tomou glicose, não houve diferenças significativas.

Esses índices sugerem que as pessoas que tomaram suco com frutose tinham mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, como hipertensão e diabetes, que aumentam os riscos de sofrer infarto ou AVC. Esse conjunto de alterações é o que os médicos chamam de síndrome metabólica. Estudos feitos por outros pesquisadores mostraram que a ingestão de altas concentrações de frutose desencadeia outros fatores característicos da síndrome metabólica, como aumento da concentração de gordura no sangue. A equipe da fisiologista americana Karen Teff publicou em 2009 no Jornal de Endocrinologia Clínica e Metabolismo uma pesquisa que aponta para o aumento do nível de triglicérides no sangue após a ingestão de suco adoçado com frutose. Triglicérides são gorduras fabricadas pelo próprio corpo com base em nossa dieta. Níveis altos dessas gorduras também estão associados ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A equipe de Karen mediu os níveis dessa gordura no sangue de 17 voluntários depois da ingestão de sucos adoçados ora com frutose, ora com glicose. E descobriu que, quando os voluntários tomavam a solução com frutose, os níveis de triglicérides no sangue aumentavam quase 200% em comparação ao período pós-consumo de suco com glicose.

Para entender os mecanismos fisiológicos que fazem a frutose ter efeitos adversos sobre o organismo, os pesquisadores precisam reproduzir essas condições em animais de laboratório. Esses estudos mostram que a maior vítima das complicações causadas pela frutose é o fígado. É nesse órgão que a maior parte da frutose que ingerimos é processada. Quando as moléculas de frutose chegam ao nosso intestino, onde são absorvidas pela circulação, uma parte é processada pelas células do intestino. Mas boa parte vai para o fígado, um órgão que foi aperfeiçoado por milhões de anos para processar pequenas quantias de frutose – não as altas doses que o homem moderno ingere a partir dos produtos industrializados. Nosso corpo evoluiu para tirar maior proveito de outro tipo de açúcar: a glicose. Tanto que todas as células do organismo são capazes de processar essa molécula e obter energia a partir dela. A glicose é nosso combustível universal. Já a frutose é uma espécie de bônus (podemos viver perfeitamente bem sem ela). Por isso, quando as moléculas de frutose entram em cena, o fígado tem de se encarregar do trabalho (como um motor flex, ele é capaz de processar os dois combustíveis). O problema é que o jeito dele de processar a frutose é transformá-la em gordura. Isso explica por que os níveis de triglicérides aumentam no sangue. “Ao que tudo indica, a raiz dos efeitos adversos da frutose está na produção de gordura pelo fígado”, diz Tappy.

Para o médico Durval Ribas Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrologia, o açúcar não faz mal se não ultrapassar 100 gramas por dia. Especialmente quando se é saudável. “Se a pessoa não é obesa, não tem síndrome metabólica, não é diabética, vamos proibir em nome de quê?” Ribas compara o açúcar com outros alimentos com alto índice glicêmico, como o arroz branco, o pão branco e a batata. Eles também viram açúcar de absorção rápida no organismo e, se o açúcar tiver de ser tão restrito, o arroz e o pão terão de ser também.

Os estudos que mostram os efeitos adversos da frutose ainda levantam dúvidas. É muito difícil estudar os efeitos exatos do consumo de açúcar sobre o organismo (que dirá de um tipo de açúcar específico, como é o caso da frutose). Primeiro, porque nunca consumimos a frutose isoladamente (a não ser nas frutas, verduras e no mel). Quando ela é adicionada artificialmente aos produtos industrializados, vem ligada a moléculas de glicose (o açúcar preferido de nossas células). Por isso, é difícil estabelecer até que ponto as modificações no funcionamento do organismo se devem à ingestão de açúcar no geral e até que ponto são influenciadas pelas moléculas de frutose.

Em segundo lugar, a maior parte dos estudos são epidemiológicos. Isso significa que eles pegam uma grande fatia da população e tentam associar estatísticas de saúde a estatísticas comportamentais. A tarefa é complicada porque comportamentos não são isolados facilmente. Geralmente, pessoas que ingerem diariamente grandes quantidades de refrigerante têm outros hábitos pouco saudáveis, como o sedentarismo. Como dissociar um hábito do outro para apontar o tamanho de cada um sobre a epidemia de obesidade? Outro problema é que os estudos costumam procurar índices que sugerem doenças no futuro, como é o caso do aumento no nível dos triglicérides, e não as doenças em si. E não há garantias de que uma pessoa que tem níveis mais altos de triglicérides desenvolverá, de fato, doenças cardiovasculares. Os estudos poderiam levar a associações alarmistas.

Os pesquisadores já têm algumas evidências de que o excesso de açúcar pode provocar até mesmo câncer
Os estudos feitos com um número menor de pessoas, o que aumenta o controle dos pesquisadores sobre o comportamento dos participantes e poderia conferir resultados mais precisos, são controversos por outro motivo. Eles aumentam a confiabilidade da metodologia, mas não garantem que os dados encontrados sejam verdade para todo mundo. Quanto mais pessoas são estudadas, maior é a probabilidade de que aquelas conclusões possam ser aplicadas à maior parte da população.

Muitas vezes, estudos com seres humanos não bastam. Para explicar os mecanismos fisiológicos, os cientistas teriam de fazer procedimentos invasivos. Por isso, usam-se animais de laboratório. O problema é que, por mais que o organismo deles funcione de modo semelhante ao nosso, eles não são gente. E não há 100% de certeza de que os resultados encontrados nas cobaias sejam verdadeiros para os seres humanos. Apesar de todos esses obstáculos, os estudos dão sinais – que podem ser interpretados com alguma dúvida, algum titubeio, mas não devem ser ignorados.

E estudos recentes vêm reunindo novos sinais. Já há algumas evidências de que o excesso de açúcar pode provocar até câncer. Isso porque o excesso de insulina promove o crescimento tumoral. As células de muitos tipos de câncer dependem de insulina para crescer e se multiplicar. Quanto mais insulina circular no sangue, mais facilmente o câncer se desenvolve. Segundo os pesquisadores, muitas células pré-cancerosas jamais se transformariam em malignas se não tivessem insulina a seu dispor. “Eliminei o açúcar refinado de minha dieta. Acredito que essa é uma coisa que posso fazer para reduzir meu risco de ter câncer. Açúcar me assusta”, diz Lewis Cantley, diretor do centro de câncer da Escola de Medicina da Universidade Harvard.

Lustig ainda não chegou a esse ponto. Ele contou a ÉPOCA que, umas duas vezes por ano, escolhe um bom restaurante para saborear um pudim de pão de Nova Orleans ou um cheesecake ao estilo de Nova York.

As teses de Lustig e seus seguidores parecem fazer sentido. Infelizmente, é improvável que tenhamos uma conclusão definitiva nos próximos anos. Como Lustig faz questão de dizer, açúcar e xarope de milho certamente não são “toxinas agudas” do tipo que as autoridades sanitárias regulam e cujos efeitos podem ser observados em poucos dias ou meses. A questão é saber se eles são “toxinas crônicas”. Ou seja: eles não são tóxicos depois de uma refeição, mas talvez sejam depois de 1.000. Isso significa que estudos como os de Tappy deverão acompanhar os voluntários, no mínimo, por mais de 1.000 refeições. Só assim poderão ser considerados significativos. Até lá o farol amarelo permanece aceso.

Por Cristiane Segatto, Marcela Buscato e Francine Lima. Com Luciana Vicária e Luíza Karam

PINCEL PARA RÍMEL



Você sabe escolher o pincel indicado para seu cílios?



Fotos: Loucas por maquiagem

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

CONTÉM GLÚTEN

pão material qualidade de imagem




A expressão acima esta ganhando cada vez mais destaque nas embalagens de alimentos devido à disseminação da doença celíaca, provocada pela sensibilidade à proteína glúten. Estudo da universidade Federal de São Paulo ( UNIFESP ), aponta que um em cada 214 brasileiros sofrem da enfermidade, o equivalente a 4 milhões de pessoas. Desses, 5% estão em Minas Gerais, conforme a associação dos celíacos do Brasil ( ACELBRA ). Abaixo, a presidente da regional mineira da ACELBRA, Ângela Diniz, descreve melhor a doença e dá algumas orientações de como diblar o glúten.

O QUE É: Doença autoimune e de predisposição genética que provoca intolerância permanente ao glúten

O QUE PROVOCA: Diarreias constantes, prisão de ventre, desnutrição, distenção abdominal e anemia. Nas crianças, prejudica o desenvolvimento hormonal e a estatura

POR QUÊ: A substância lesa a mucosa do intestino delgado, fazendo com que as células não absorvam integralmente os nutrientes dos alimentos

ONDE ENCONTRAR: Trigo, aveia, centeio, cevada e em seus derivados:

Pães
Bolos
Massas
Pizzas
Molho e temperos prontos
Cerveja, uísque e vodca
Biscoitos
Salgados
Embutidos
Chocolates
Industrializados em geral
Medicamentos e cosméticos

TRATAMENTOS:
Dieta totalmente isenta de glúten substituida por:

Fubá, Farinha de mandioca, creme de arroz, polvilho, fécula de batata e amido de milho

TOME CUIDADO:

Prepare os alimentos em utencílios exclusivos

Nunca reutilize o óleo em frituras

Pães de queijo estão liberados, mas evite compras em padarias, pois podem estar sujeitos a contaminação de glúten. 

BH SEM GLÚTEN
O mineiro Marcelo Araújo recebeu o diagnóstico de celíaco em 2008, após perder 20 quilos sem motivo. Ao lidar com as restrições alimentares, ele decidiu criar a BH sem glúten, distribuidora de produtos sem a proteína. A Empresa oferece mais de 100 produtos como bolo de cenoura, pizza marguerita, bisnaguinha de quinua, chocotone e a famosa baguete sem glúten. Os produtos podem ser encontrados na rede Super Nosso gourmet, nas padarias Boníssima Lourdes e Trigopane, no Mercado Central, entre outras lojas.Contato: (31) 2555-1015 ou bhsemgluten.com.br

BOLO PETELECO ( Adaptado por Silvia Maura Borges ( Acelbra - MG  )

Ingredientes: 3 ovos; 1/2 xíc. de óleo; 1 e meia xíc. de açúcar cristal; 1 xíc. de suco de laranja; 2 xíc. decreme de arroz; 1 colher ( sopa ) de fermento; 1 colher ( chá ) de raspas de casca de laranja.

Modo de fazer: Bata os ovos, o óleo, as raspas de laranja e o açúcar. Coloque aos poucos o creme de arrroz e, por último, o fermento. Asse por 35 min. em forma untada com óleo e polvilhada com o creme de arroz.



Fonte: Revista VIVER - MG

domingo, 12 de agosto de 2012

7 dúvidas comuns sobre maquiagem



7 dúvidas comuns sobre maquiagem

Acabe de vez com as dúvidas que parecem simples, mas podem comprometer o resultado final do make

Por Alessandra Busko

duvidas sobre maquiagem 7 dúvidas comuns sobre maquiagem
Muitas mulheres ainda têm algumas dúvidas sobre maquiagem que parecem ser simples, mas no entanto podem comprometer o resultado final do visual. São pequenas confusões de qual produto deve ser aplicado primeiro, para que serve isso, qual a forma correta de aplicar aquilo, e por aí vai. Para acabar de vez com essas dúvidas e caprichar na produção sem erro, esclarecemos 7 dúvidas comuns sobre maquiagem. Confira:

1 – O que vem antes, base ou corretivo?

Para uniformizar e cobrir algumas imperfeições da pele, o correto é aplicar primeiro a base depois o corretivo apenas em algumas partes do rosto, como na região abaixo dos olhos para disfarçar as olheiras ou em cima de alguma mancha. Lembrando que para a maquiagem não ficar muito carregada, deve-se aplicar apenas uma camada leve de base e o corretivo apenas nas imperfeições, dando sempre leves batidinhas ao invés de arrastar ou esfregar o produto. Para melhor cobertura e um efeito mais natural, aplique a base usando um pincel específico.   
2 – Curvex antes ou depois do rímel?
Sabendo usar corretamente, é possível conseguir um efeito incrível de cílios mais curvados e volumosos com o curvex. Enquanto algumas mulheres ainda têm medo de usar o curvador de cílios e se machucar, outras ficam em dúvida se o curvex deve ser aplicado antes ou depois do rímel. A resposta certa é aplicar o curvex sempre antes do rímel, pois se for usado depois, pode quebrar ou grudar os cílios.

3 – Como aplicar o blush corretamente?

A primeira dica de como aplicar o blush corretamente para deixar a aparência mais saudável é usar um pincel, evitando os exageros. Não se esqueça de retirar o excesso de blush do pincel antes de aplicá-lo. O produto deve ser passado suavemente nas maçãs do rosto, mais precisamente em cima do ossinho das bochechas, em movimentos leves de dentro para fora e sempre no sentido diagonal. Evite fazer movimentos circulares, que deixam o make muito carregado e com aparência artificial, parecendo “maquiagem de palhaço”.

4 – Qual a forma correta de aplicar o lápis preto nos olhos?

O lápis preto é um ótimo aliado para realçar a maquiagem nos olhos. Mas dependendo de como é aplicado, ele pode tanto diminuir, como aumentar o olhar. Por isso, é preciso saber qual a forma correta de aplicar lápis preto de acordo com o tamanho do seus olhos.
Para diminuir o olhar, contorne todo o olho com o lápis preto na parte interior da linha d’água, em cima e embaixo. Já para aumentar olhos pequenos, o lápis preto deve ser aplicado um pouco abaixo da linha d’ água, na parte de fora dos olhos bem rente aos cílios inferiores e superiores. Uma dica para deixar o olhar mais suave é esfumar o lápis preto com o pincel específico na parte inferior dos olhos e finalizar com o lápis branco ou bege na linha d’água para dar impressão de olhos ainda maiores.

5 – Para que serve o primer?

O primer é um produto que tem função pré-base e é composto por micropartículas que dão um efeito chamado disfarce óptico. O produto prepara a pele para receber a maquiagem, reduzindo a oleosidade, minimizando a visibilidade dos poros, rugas suavizando a percepção das linhas de expressão do rosto. Portanto, a função do primer na maquiagem é deixar a pele homogênea, sedosa e garantir a fixação dos produtos na pele por muito mais tempo.

6 – Olho esfumado só pode ser feito com sombra preta?

O clássico olho esfumado com sombra preta dá um efeito mais sofisticado ao visual e é uma ótima opção para complementar makes para a noite. Mas para deixar os looks mais alegres, o efeito esfumado também pode ganhar versões coloridas, principalmente no verão. Quem preferir a versão mais comportada do olho esfumado, pode variar a sombra preta usando marrom ou azul escuro.

7 – Como aplicar batom escuro sem borrar?

Se você evita usar batom escuro porque se atrapalha toda na hora de aplicar e acaba com o rosto todo borrado, uma dica é contornar os lábios usando um lápis da mesma cor ou em uma tonalidade aproximada à do batom. Depois, preencha os lábios com o lápis para só então, aplicar o batom com a ajuda de um pincel. Este truque de como aplicar o batom escuro sem borrar também deixa os lábios com um contorno mais bonito e definido.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

CONGELANDO ERVAS


Achei espetacular esta ideia e vou compartilhar com vocês:

Ás vezes não usamos todo aquele ramo de ervas fresquinhas, que compramos para determinadas receitas.

Congelando dessa forma elas não escurecem não perdem sabor e nem o aroma :)


Passos para Congelamento das ervas em azeite ou manteiga sem sal (derretida)



1.Escolher ervas frescas, de preferência do mercado ou o seu próprio jardim.
2.Se quiser você pode picá-las bem, ou deixá-las em ramos e folhas maiores. Na foto, as ervas foram finamente picadas.
3.Colocar em bandejas de cubos de gelo (cerca de 2/3 cheio de ervas).
4.Você pode misturar as ervas (sálvia, tomilho, alecrim).
5.Colocar azeite extra-virgem de oliva ou manteiga derretida sem sal sobre as ervas.
6.Cobrir com filme plástico e congelar.
7.Remove os cubos congelados e armazenar em recipientes ou sacos pequenos de congelamento.
8.Não esqueça de etiquetar cada embalagem ou o saco com o tipo de erva (e óleo) dentro!
9. Usar em assados, batatas cozidas, etc.
Não é o máximo!?


Fontes:
thekitchn.com
SiteReceitasGiseleVieira

RECEITAS DA VOVÓ - CHOCOLATE QUENTE CREMOSO




PARA ESQUENTAR UM POUCO ESSE FRIOZINHO:
CHOCOLATE QUENTE CREMOSO...
2 XÍCARAS(CHA) DE LEITE
3 COLHERES(SOPA)CHOCOLATE EM PÓ DOIS FRADES NESTLE
4 COLHERES(SOPA) DE AÇUCAR
1 CAIXINHA DE CREME DE LEITE
EM UM LIQUIDIFICADOR BATA O LEITE COM O CHOCOLATE EM PÓ E O AÇUCAR.DESPEJE EM UMA PANELA E LEVE AO FOGO BAIXO MEXENDO SEMPRE ATE FERVER, DESLEGUE ADICIONE O CREME DE LEITE E MEXA BEM.SIRVA QUENTE....